segunda-feira, 6 de abril de 2009

Não interfira se não tem o que oferecer


"Odeio quem me rouba a solidão sem, em troca, me oferecer verdadeiramente companhia."
Friedrich Nietzsche

Ter motivo impulsiona!!!


Quem tem um porquê enfrenta qualquer como.
Viktor Frankl.

A verdade pode ser dita de várias maneiras... o importante é reconhecê-la!


"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria".
Charles Chaplin.

Não há ninguém como eu

“No mundo inteiro, não há ninguém como eu. Sou dona de meu corpo, dos meus pensamentos, das minhas idéias. Pertencem a mim as imagens que meus olhos contemplam e eu preciso saber escolhê-las. Possuo minhas próprias fantasias, meus sonhos, esperanças e medos. Uma vez que sou dona de mim, preciso me conhecer intimamente e possibilitar que todo o meu eu trabalhe a meu favor. Há aspectos em mim que me confundem, outros que não conheço. Mas esteja ou não de acordo com tudo o que sou, é autêntico e representa o momento em que vivo. Tenho ferramentas para melhorar, para ser produtiva, e para organizar o que está desajustado. Sou dona de mim. Sou eu mesma e estou bem”.
Do livro “Canja de Galinha para a Alma”, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen.

Preguiça de ser infeliz...

"Eu tenho muita preguiça de ser infeliz. Minha visão sempre seleciona o melhor. Mas me controlo para não ser o otimista boboca. Eu trabalho com a herança positiva para curtir, e a negativa para servir de lição".
Zuenir Ventura

A importância de viajar...

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
Amyr Klink
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